Prudência médica ou razão prática aplicada ao cuidado clínico em Tomás de Aquino

Autores/as

Resumen

Este artigo reconstrói filosoficamente a prudência médica a partir do pensamento de Tomás de Aquino,
com o objetivo de oferecer categoria adequada para compreender a racionalidade do ato médico.
Diante de perspectivas que reduzem a boa prática médica à aplicação técnica de protocolos ou à intuição
subjetiva do profissional, sustenta-se que a medicina exige uma forma específica de prudência
prática. Para isso, o artigo examina a noção de virtude e estuda a prudência como uma virtude formalmente
intelectual e materialmente moral, considerando seu sujeito, seus atos e sua relação com as
virtudes morais. Além disso, traduz suas partes integrais para o âmbito clínico, destacando memória,
inteligência, docilidade, previsão e precaução. Por fim, define prudência médica como reta razão prática
aplicada ao cuidado de um paciente concreto, orientada ao seu bem integral mediante a integração proporcionada
de evidência, experiência, valores do paciente, segurança, justiça e contexto institucional.

Palabras clave:

Prudencia médica, Virtud, Razón práctica, Juicio clínico, Bioética, Perspectiva de segunda persona, Ética médica. Virtudes. Tomada de decisão clínica. Raciocínio clínico. Bioética. Relações médico-paciente.

Biografía del autor/a

Manuel Alejandro Gutiérrez González, Facultad de Humanidades, Universidad Anáhuac Querétaro, Querétaro, México.

Manuel Alejandro Gutiérrez-González – Doctor – manuel.gutierrezgon@anahuac.mx
0000-0002-0799-5421

Samantha Carolina Vargas-Malpica, Universidad de Salamanca, Salamanca, España.

Samantha Carolina Vargas-Malpica – Estudiante de doctorado – dravargasorl@usal.es
0009-0002-0308-2753

Cómo citar

1.
Gutiérrez González MA, Carolina Vargas-Malpica S. Prudência médica ou razão prática aplicada ao cuidado clínico em Tomás de Aquino. Rev. Bioét. [Internet]. 22 de octubre de 2026 [citado 23 de octubre de 2026];34. Disponible en: https://www.revistabioetica.cfm.org.br/revista_bioetica/article/view/4356